Você pode ser mãe, pai, líder, profissional admirado, amigo presente. Tudo isso é parte da sua
história. Mas nada disso esgota quem você é. O papel foi feito para facilitar a vida, não para engolir
a sua. O problema começa quando o script vira identidade. Sem perceber, trocamos o verbo estar
pelo verbo ser. Em vez de dizer estou líder, passamos a dizer eu sou líder. E quando o papel sofre,
sofremos como se estivéssemos sendo destruídos por dentro.